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O dólar futuro fechou com alta de 0,15% em relação à sessão anterior, mas registrou queda de 3,92% em agosto. O anúncio do PCE dos EUA veio em linha com as expectativas, reforçando a perspectiva de corte de juros pelo Fed em setembro, o que exerce pressão sobre a moeda americana em relação às economias emergentes. No Brasil, a disputa comercial com os EUA ganhou destaque após o governo acionar a Camex para possível reavaliação da política comercial. A movimentação no mercado de câmbio reflete as incertezas econômicas e políticas globais, que afetam a valorização das moedas nacionais.

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