Close Menu
  • Home
  • Notícias
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Economia
  • Sobre Nós
Facebook X (Twitter) Instagram
Falar de Dinheiro NotíciasFalar de Dinheiro Notícias
  • Home
  • Notícias
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Economia
  • Sobre Nós
Falar de Dinheiro NotíciasFalar de Dinheiro Notícias
  • Notícias
  • Economia
  • Mundo
Início » Selic cai pela terceira vez seguida e chega a 14,25% ao ano: o que isso muda no seu bolso
Notícias

Selic cai pela terceira vez seguida e chega a 14,25% ao ano: o que isso muda no seu bolso

Diego VelázquezPor Diego Velázquez25 de junho de 20265 Mins de leitura
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Compartilhar
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

O Banco Central voltou a cortar os juros em junho, mas a inflação ainda preocupa e o cenário exige atenção de quem tem dívidas ou investimentos.

Quem acompanha a economia brasileira sabe que a taxa Selic tem um papel muito maior do que parece à primeira vista. Ela define o quanto o crédito vai custar, o quanto rende a poupança e até o quanto as parcelas do financiamento vão pesar no orçamento. Por isso, quando o Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, anuncia uma mudança nos juros, a notícia importa para qualquer brasileiro que tenha dívidas, invista ou simplesmente precise de crédito.

Em junho de 2026, o Copom reduziu a Selic para 14,25% ao ano, marcando a terceira queda consecutiva dos juros. A taxa havia permanecido em 15% ao ano de junho de 2025 a março de 2026, o maior nível em quase duas décadas. O movimento de corte veio num cenário de inflação ainda pressionada, o que torna essa notícia mais complexa do que parece. Afinal, juros mais baixos são bons para quem deve, mas podem ser um desafio para quem quer controlar a inflação. Agência Brasil

Para entender o que essa mudança representa de verdade, vale saber como a Selic funciona, onde ela aparece na vida das pessoas e o que esperar daqui para frente.

O que é a Selic e por que ela importa tanto

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. Na prática, ela serve como referência para todas as outras taxas praticadas no país, desde o juro cobrado num empréstimo pessoal até o rendimento da renda fixa. Quando o Banco Central aumenta a Selic, o objetivo é desacelerar a economia e forçar a inflação a cair. Quando a reduz, a intenção é estimular o consumo e aquecer a atividade econômica. Nubank

É um instrumento poderoso, mas que exige equilíbrio. Juros muito altos encarecem o crédito e travam o crescimento. Juros muito baixos podem inflar os preços e corroer o poder de compra. Por isso, o Copom precisa decidir com cautela, levando em conta inflação, emprego, câmbio e o cenário externo.

O comitê reconheceu que os indicadores de atividade econômica mostram recuperação em relação ao último trimestre de 2025, mas o cenário ainda é marcado por expectativas de inflação desancoradas e projeções elevadas. As projeções do boletim Focus para o IPCA em 2026 estavam em 5,30%, acima do teto da meta de 4,5%. Ou seja, a inflação ainda preocupa, e o corte de juros foi feito com cautela, num ritmo menor do que em outros ciclos históricos. Agência Brasil

Para o consumidor, isso significa que, embora o crédito tenda a ficar um pouco mais barato ao longo dos próximos meses, os juros ainda estão bem acima do que seria considerado confortável. Parcelar uma compra no cartão, contratar um empréstimo pessoal ou financiar um imóvel continua sendo uma decisão que exige muita atenção.

O que muda para quem tem dívidas e para quem investe

A queda da Selic tem efeitos opostos dependendo do lado em que você está. Para quem deve, a tendência é de alívio gradual nas taxas cobradas pelos bancos. Esse impacto não é imediato, porque os bancos demoram um tempo para repassar as reduções ao consumidor, mas o caminho é de queda. Quem tem financiamentos atrelados a índices como a TR ou o CDI pode notar alguma variação nas condições de renegociação.

Para quem investe em renda fixa, o movimento é inverso: a queda da Selic reduz o rendimento de aplicações atreladas a ela, como o Tesouro Selic, os CDBs pós-fixados e a poupança. Isso não significa que esses investimentos deixaram de ser seguros ou interessantes, mas exige uma comparação mais cuidadosa entre as opções disponíveis.

O boletim Focus mais recente indicava projeção de que os juros chegariam a 13,5% ao ano até o final de 2026, o que representa mais espaço para cortes ao longo do segundo semestre, dependendo do comportamento da inflação e dos dados econômicos. Ainda há incertezas no horizonte, especialmente com os conflitos geopolíticos no Oriente Médio influenciando os preços de combustíveis e alimentos no mundo todo. Agência Brasil

Quem tem uma reserva de emergência aplicada em Tesouro Selic ou CDB não precisa se preocupar imediatamente, mas vale aproveitar o momento para revisar onde o dinheiro está guardado e comparar rendimentos. Às vezes, pequenas mudanças na estratégia fazem diferença no médio prazo.

O que esperar nos próximos meses

O próprio Banco Central sinalizou que os próximos passos dependem dos dados econômicos. Não há um compromisso com mais cortes, nem com uma pausa no ciclo. Tudo vai depender de como a inflação se comportar, de quanto o câmbio vai oscilar e de como os conflitos internacionais vão afetar os preços de commodities.

O Copom afirmou que o tamanho total do ajuste dos juros dependerá dos dados que vierem pela frente, com o objetivo de garantir que a inflação volte à meta. O comitê também reforçou que o cenário exige cautela por parte de países emergentes diante da elevada volatilidade de preços de ativos e commodities. Agência Brasil

Para o cidadão comum, a mensagem prática é esta: a Selic está caindo, mas ainda está alta. O crédito vai ficar mais barato com o tempo, mas quem tem dívidas de alto custo, especialmente no cartão de crédito e no cheque especial, precisa agir agora. Esperar os juros caírem para renegociar pode custar caro. E para quem poupa, é hora de entender melhor onde está aplicando o dinheiro e se as condições ainda fazem sentido para os seus objetivos.

Fontes: Agência Brasil – Copom reduz taxa Selic para 14,25% | Nubank Blog – Taxa Selic 2026 | Investidor10 – Taxa Selic Hoje

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

Post Views: 4
Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Artigo anteriorTomada de decisão baseada em dados: o que muda na gestão financeira quando os números falam primeiro?
Next Article 8 em cada 10 famílias brasileiras têm dívidas: entenda por que o endividamento bateu recorde e como sair do vermelho
Diego Velázquez
Diego Velázquez
  • Website

Saiba mais

Reforma Tributária e os impactos na margem operacional das empresas

25 de junho de 2026

Tomada de decisão baseada em dados: o que muda na gestão financeira quando os números falam primeiro?

23 de junho de 2026

Diagnóstico empresarial em cenários críticos: por onde realmente começar quando o tempo é curto?

17 de junho de 2026

Selic pode cair de novo nesta semana: o que muda no seu bolso se o Banco Central cortar os juros

16 de junho de 2026

Comments are closed.

SOBRE

Bem-vindo ao ‘Falar de Dinheiro’, o seu guia completo para entender e otimizar suas finanças pessoais e investimentos. No nosso blog, trazemos análises detalhadas, dicas práticas e as últimas novidades sobre o mundo financeiro, ajudando você a tomar decisões informadas e estratégicas. Seja para gerenciar seu orçamento, investir com inteligência ou compreender as tendências econômicas, estamos aqui para oferecer insights valiosos e atualizados. Acompanhe o ‘Falar de Dinheiro’ e fique no controle das suas finanças com conhecimento e confiança.

Escolha do editor

Revolução digital: como a tecnologia está transformando a cirurgia plástica

29 de novembro de 2024

Rinoplastia preservadora: mitos e fatos, com o médico Alan Landecker

23 de maio de 2024

O que é uma holding e como ela protege o patrimônio familiar? Confira com Rodrigo Pimentel Advogado

23 de abril de 2026
Populares

Reforma Tributária e os impactos na margem operacional das empresas

25 de junho de 2026

A inteligência artificial chegou às suas finanças: como os novos apps estão mudando a forma de cuidar do dinheiro

25 de junho de 2026

Pix muda de novo: o que está acontecendo com o sistema de pagamentos e o que você precisa saber

25 de junho de 2026
  • Home
  • Quem Faz
  • Contato
  • Sobre Nós
  • Notícias
Falar de Dinheiro - [email protected] - tel.(11)91754-6532

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.